O sumiço da Pelota

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Hoje eu só queria falar da Pelota, aí em cima! Ela é a gatinha da minha prima Vanessa, que a resgatou bem pequena mesmo e a criou na mamadeira. Na ultima sexta feira 13, a Pelota desapareceu. Sim, sexta feira 13!

Sempre postamos coisas nas redes sociais e falamos aos clientes dos perigos de se deixar gatinhos pretos vagando por aí, porque infelizmente ainda tem muita gente ignorante que faz maldade com eles. E muita gente que os usa para rituais em certas crenças. Mas a Pelota, já castrada, nem saía de casa, mal ficava no quintal e nem no muro subia. Alguém, com certeza, já sabendo da bichinha ali, num momento de distração da família, aproveitou e levou a gatinha consigo. Ela, segundo minha prima, era bem tranquila e bobinha.

Posso imaginar o desespero da minha prima, eu também tenho meu pretinho, assim como outros bichanos. No momento o que posso fazer é contar a história dela pra vocês e pedir muito pra São Francisco que ela fique bem!

Muito triste saber que isso pode acontecer com qualquer bicho nosso; que o mundo ainda tá longe no quesito respeito aos animais….

Isa Casline Veterinária

O abandono de cães idosos.

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cachorro-velho-idoso-petrede Essa semana, eu estava com muitas dúvidas sobre qual assunto postar no blog, já que criei um hábito de postar semanalmente. Até que conversando com uma amiga, ela me contou sobre um caso no mínimo muito triste. E que se repete aí aos montes: o abandono de cães idosos. Estou falando de cachorros, porque gatos idosos, segundo a opinião de muita gente, dá muito menos trabalho que o cão, já que o felino por si só já é um bicho tranquilo e dorminhoco, imagina então com a idade avançada. Já o cão, muitas vezes, quando a idade chega, apresenta diferenças no comportamento, muitas das quais os donos estranham , como: agitação noturna, se esconder em lugares como canto do sofá, atrás de cadeiras , pode esquecer comandos simples, ficar apático ou mais hostil e ainda apresentar problemas mais sérios como um AVC. Isso porque com  a idade, os vasos sanguíneos se deterioram  e a oxigenação cerebral pode ficar insuficiente. Felizmente hoje em dias já temos medicamentos que melhoram muito esses sintomas, devolvendo a qualidade de vida para os velhinhos. É só consultar o veterinário. Mas o que minha amiga me contou foi que o cão da pessoa que ela conhecia, que já é bem idoso, apresentou agitação noturna e está fazendo as necessidades fora do local, isso tudo depois deles terem mudado de casa, e o que a moça quer fazer? Se desfazer do bicho, porque o marido disse que se ele ficar, sai ela e o cachorro. Lembrando que o cão está com a pessoa antes dela casar! E ela está cogitando deixar o cachorro num quintal de outros parentes , que não gostam de animais e muito menos cuidam, sendo que ele está acostumado a ficar dentro de casa. Isso tudo porque o comportamento dele se alterou de uns tempos pra cá e os está incomodando. Já informei que ele pode sim morrer de depressão. Já informei que existem medicações e também informei que existe uma coisa chamada posse responsável, que significa que se ela é proprietária dele , é dever dela zelar pelo bem estar do animal até o fim da vida dele! Nunca, gente, pensem no abandono do seu animal idoso! É triste demais pro animal; sim, eles sofrem sem os donos, e depois ainda de tantos anos, o sofrimento é quase letal. Se seu animal está apresentando comportamentos estranhos, depois de uma certa idade, vá consultar seu veterinário e logo tudo será resolvido. Para dúvidas, entre na fan page Isa Casline Veterinária

Micoplasmose( antiga hemobartonelose)

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gato

No post passado, falei sobre as hemoparasitoses que podem acometer os cães. Mas muita gente não sabe é que os gatos podem desenvolver também um tipo de doença trazida pelo carrapato e também por pulgas ou piolhos. Há ainda a transmissaõ transplacentária , quando a gatinha infectada transmite a bactéria aos seus filhotes.

Esta doença se chama micoplasmose. Ela pode ainda estar no animal de forma assintomática, aparecendo apenas quando o animal tem uma queda no seu sistema imunológico, devido a estresse ou outras doenças debilitantes.

Os sintomas incluem apatia, anemia, aumento do baço, febre e emagrecimento progressivo, entre outros.

O diagnóstico se dá através de exames de sangue e também pelo histórico de infestação por pulgas ou carrapatos.

Nos animais assintomáticos,ou com sintomas brandos a doença tende a ser auto limitante, sendo que o organismo reage e elimina a infecção, porém nos casos mais sérios, deve- se utilizar antibióticos , complexos vitamínicos e hidratação do animal através de fluidoterapia.  Evitar sempre que o gato passe por situações de estresse.

Os animais tratados se recuperam da doença, mas se tornam portadores dela pelo resto da vida, e qualquer situação que deixa o sistema imunológico mais debilitado, pode fazer com que a doença retorne.

Qualquer mudançã no comportamento do felino, consulte sempre o veterinário. Dúvidas? Deixe seu recado aqui  ou na fan page Isa Casline Veterinária